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37 ANOS DIVULGANDO INFORMAÇÕES DO SETOR...

Sob gestão do novo presidente, fischer Brasil muda estratégia

e registra crescimento

Há dois anos no comando da operação brasileira da fischer, Marcos Ellert já fez uma verdadeira revolução na empresa, que oferece soluções em fixação para construção civil, indústria e consumidor final.

O executivo mudou a estratégia e o modelo do negócio, trocou as lideranças, implementou novas áreas e tirou a empresa da rota da crise.

E tudo com a anuência da matriz alemã, que confiou na experiência de Ellert – ele ficou quinze anos na OSRAM, antes de ir para a fischer – para reestruturar a subsidiária. Quando o executivo assumiu o cargo, no início de 2015, o foco do negócio era a venda direta, ou seja, grandes construtoras e indústrias. No entanto, a crise que se instalou no segmento da construção civil chegou à fischer, que amargou queda de 12% da receita naquele ano. Já em 2016, a empresa registrou 5% de crescimento e a meta para 2017 é estabelecer um, crescimento continuo e sustentável.

Para reverter o quadro, Ellert colocou em prática todo seu conhecimento de marketing e vendas, áreas que pautaram sua trajetória profissional. Ele implementou uma estratégia de distribuição para multicanais, trocou todo time do comercial e buscou reestabelecer relacionamento com os grandes varejistas e atacadistas.

Ellert assumiu o compromisso de visitar lojas pelo Brasil semanalmente. “Eu me apresentei a todos eles, ouvi o que tinham a dizer sobre a fischer Brasil e, então, parti para a estratégia de conversar e convencer”, diz o executivo, que aposta nas relações e nos bons argumentos embasados em dados mercadológicos para liderar.

 

 

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Fórum INFRAROI de concretagem produtiva

Concretagem produtiva requer melhores controles no processo

 

Com a adoção de telemetria e novas tecnologias, especialistas apontam como melhorar o processo de transporte do concreto da usina até o local para seu lançamento na obra.

 

Como tornar o processo de concretagem mais eficiente, que resulte na execução de estruturas que tendam às especificações de seus projetos, a custos competitivos? Para responder a esta pergunta, profissionais de construtoras, de empresas de concretagem e fornecedores de equipamentos e demais insumos para essa cadeia produtiva participaram, em São Paulo, do Fórum InfraROI de Concretagem Produtiva.

Com relatos baseados em suas respectivas experiências profissionais, os especialistas constataram que esse setor ainda tem muito a evoluir. Problemas logísticos para a entrega do concreto (principalmente nos grandes centros urbanos, onde o tráfego intenso e as dificuldades de acesso ao local de concretagem dificultam ainda mais a operação), falhas na programação da concretagem ou na especificação do traço do concreto figuram entre os desencontros mais usuais. Mas não são os únicos.

“Para um negócio que depende fundamentalmente do caminhão betoneira para a entrega de sua produção, o setor precisaria ter um controle rigoroso sobre a produtividade desse equipamento em suas operações, mas não é isso que verificamos na prática”, afirma Carlos José Mussacato, executivo da Intercement, um dos gigantes na produção de materiais para construção, com 40 fábricas de cimento espalhadas por oito países do mundo, além de 130 centrais de concreto e dezenas de unidades para a produção de brita

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CONSTRUTORES NO MUNDO

ABDI E INMETRO FECHAM ACORDO PARA CIDADES INTELIGENTES BRASILEIRAS

 

“As cidades brasileiras começam a passar por uma revolução. Não existirão mais as metrópoles do jeito que conhecemos hoje. Somente na América Latina existe um potencial de mercado de US$ 1 trilhão”, revela Guto Ferreira, presidente da ABDI

“É um processo que está começando no Brasil e no mundo, mas é irreversível. Quanto mais acelerarmos o processo, melhor será a qualidade de vida das pessoas e mais eficaz será a administração pública”, explica Guto Ferreira, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

O brasileiro mudou o jeito de morar e as Construtoras se adaptam

 

A Danpris Construtora e Incorporadora que investe no plano Minha Casa Minha Vida enxerga um novo modo de construção para o cenário atual. Hoje, as famílias estão cada vez menores, as empregadas não dormem mais em casa e o terraço gourmet se torna cada vez mais desejado, para quem busca um espaço de lazer dentro de casa. Sabendo dessa mudança nos hábitos dos brasileiros as Construtoras estão desenvolvendo novas plantas para os apartamentos. “Lançamos em Osasco, o Terraço Quitaúna, um empreendimento enquadrado no plano Minha Casa Minha Vida, com terraço gourmet e estrutura completa de lazer nas áreas comuns, trazendo o que a família busca para viver em um ambiente harmônico.

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