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Komatsu investe R$ 2 milhões em Centro de Treinamento

Diante de um novo ciclo de crescimento, tendo em vista a retomada do mercado em 2018, e estar melhor preparada para atender a demanda de máquinas para o setor da construção, a Komatsu Brasil International antecipa-se à essa projeção ao inaugurar um novo Centro de Treinamento na sede de sua planta no município de Suzano (Rodovia Índio Tibiriçá, 2000), São Paulo.

 

De acordo com Luciano Rocha, gerente geral de Vendas e Marketing da empresa, novo Centro de Treinamento de Suzano substitui o primeiro CT criado pela empresa na unidade, em São Paulo. “A construção do prédio teve início em agosto deste ano e envolveu investimentos da ordem de R$ 2 milhões. Mudar o antigo centro para dentro das dependências da fábrica favorece o acesso a visita às linhas de montagem e produção”, acrescenta.

 

Além do novo Centro de Treinamento inaugurado em Suzano, a Komatsu possui outros dois: em Lagoa Santa, (Minas Gerais) e em Paraupebas (Pará). “Os centros de treinamento são de extrema importância para a Komatsu, pois integram a missão da empresa alinhada ao objetivo de entregar um produto e um pós-venda “Dantotsu”, palavra japonesa que significa incomparável”, finaliza Rocha.

 

37 ANOS DIVULGANDO INFORMAÇÕES DO SETOR...

CONSTRUTORES NO MUNDO

Caterpillar completa 20.000 máquinas produzidas no Paraná

As linhas de montagem da unidade fabril da Caterpillar Brasil, no município de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, acabam de produzir a máquina número 20.000. É uma Retroescavadeira 420F2, equipamento muito usado na agricultura e construção, adquirida pela Mineração Caraiba, da Bahia. Representantes das secretarias estaduais de Planejamento e Coordenação Geral e também da Agricultura e Abastecimento estiveram na unidade nesta semana a convite da empresa.

 

O diretor-presidente da Agência Paraná de Desenvolvimento, Adalberto Netto, representou o Governador do Estado na visita. "A produção das primeiras vinte mil máquinas é a demonstração da confiança da Caterpillar no desenvolvimento industrial do Estado do Paraná”, disse Adalberto", informou Adalberto.

 

A fábrica de Campo Largo, inaugurada em 2011, permitiu à Caterpillar Brasil reorganizar sua produção no país. A empresa tem outra unidade instalada em Piracicaba, no Estado de São Paulo, e atua no Brasil há 63 anos. No Paraná, a unidade adota um sistema moderno e enxuto de produção para a fabricação de retroescavadeiras e carregadeiras de rodas. A empresa conta hoje com 460 funcionários.

 

O presidente da Caterpillar Brasil, Odair Renosto, comenta que a empresa está confiante de que a produção local pode crescer muito. “O Brasil tem uma necessidade enorme por projetos de infraestrutura que hoje estão represados, o que demandará muitos equipamentos de construção, mineração e agricultura”, explica Renosto.

 

“A indústria brasileira vendia 30 mil máquinas por ano até 2012 e a projeção do mercado era de que saltaria para 60 mil neste ano. Esse volume, porém, nunca se concretizou. Aliás, a indústria retrocedeu. A estimativa é encerrar este ano com 7.500 máquinas. Portanto, esses últimos anos foram realmente desafiadores para nossa indústria. A boa notícia é que o mercado local parou de piorar. Acreditamos que 2018 seja um ano de estabilização e o crescimento mesmo ocorra a partir de 2019”, projeta Renosto.

 

 

CTG INVESTE R$ 7 MILHÕES EM NOVO GASODUTO VIRTUAL

 

O “Projeto Estruturante Jarinú” desenvolvido pela Companhia de Transporte de Gás (CTG) abastecerá com gás natural, depois de descomprimido, a rede secundária de distribuição construída no Parque Industrial Brazilian Business Park. Esta solução só é possível através de um Gasoduto Virtual, que consiste na construção de base de recebimento de GNC, gás natural comprimido, em uma determinada localidade, nela se armazena o GNC abastecido por rodovias mediante o uso de unidades de transporte e armazenamento de GNC. Nesta base o GNC é descomprimido e injetado na rede de distribuição secundária à qual são ligados os consumidores como industrias, comércios e residências, como já feito na cidade de Campos do Jordão, por exemplo.

 

           Para a realização de um Projeto Estruturante são necessárias duas partes participantes: uma companhia concessionária de distribuição de gás natural por dutos, que constrói a rede de distribuição e comercializa o GN, e uma distribuidora de Gás Natural Comprimido, devidamente homologada pela ANP, que comprime o GN em sua base de Compressão, transporta GNC com caminhões do tipo feixe e o entrega descomprimido na rede. Dessa forma, torna-se viável oferecer o gás natural, com as vantagens ambientais e econômicas, para empresas e consumidores que não seriam atendidos pela rede de dutos de distribuição das Concessionárias de Distribuição de gás natural por dutos. ”Estamos levando gás natural para locais em que um gasoduto tradicional ainda não se viabiliza economicamente”, afirma Horacio Ruben Andrés, Presidente da CTG.

 

Sob gestão do novo presidente, fischer Brasil

muda estratégia e registra crescimento

O executivo mudou a estratégia e o modelo do negócio, trocou as lideranças, implementou novas áreas e tirou a empresa da rota da crise.

E tudo com a anuência da matriz alemã, que confiou na experiência de Ellert – ele ficou quinze anos na OSRAM, antes de ir para a fischer – para reestruturar a subsidiária. Quando o executivo assumiu o cargo, no início de 2015, o foco do negócio era a venda direta, ou seja, grandes construtoras e indústrias. Em 2016, a empresa registrou 5% de crescimento e a meta para 2017 é estabelecer um, crescimento continuo e sustentável.

Para reverter o quadro, Ellert colocou em prática todo seu conhecimento de marketing e vendas, áreas que pautaram sua trajetória profissional. Ele implementou uma estratégia de distribuição para multicanais, trocou todo time do comercial e buscou reestabelecer relacionamento com os grandes varejistas e atacadistas.

Ellert assumiu o compromisso de visitar lojas pelo Brasil semanalmente. “Eu me apresentei a todos eles, ouvi o que tinham a dizer sobre a fischer Brasil e, então, parti para a estratégia de conversar e convencer”, diz o executivo, que aposta nas relações e nos bons argumentos embasados em dados mercadológicos para liderar.

 

 

Há dois anos no comando da operação brasileira da fischer, Marcos Ellert já fez uma verdadeira revolução na empresa, que oferece soluções em fixação para construção civil, indústria e consumidor final.

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Fórum INFRAROI de concretagem produtiva

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O brasileiro mudou o jeito de morar e as Construtoras se adaptam

 

A Danpris Construtora e Incorporadora que investe no plano Minha Casa Minha Vida enxerga um novo modo de construção para o cenário atual. Hoje, as famílias estão cada vez menores, as empregadas não dormem mais em casa e o terraço gourmet se torna cada vez mais desejado, para quem busca um espaço de lazer dentro de casa. Sabendo dessa mudança nos hábitos dos brasileiros as Construtoras estão desenvolvendo novas plantas para os apartamentos. “Lançamos em Osasco, o Terraço Quitaúna, um empreendimento enquadrado no plano Minha Casa Minha Vida, com terraço gourmet e estrutura completa de lazer nas áreas comuns, trazendo o que a família busca para viver em um ambiente harmônico.

ABDI E INMETRO FECHAM ACORDO PARA CIDADES INTELIGENTES BRASILEIRAS

 

“As cidades brasileiras começam a passar por uma revolução. Não existirão mais as metrópoles do jeito que conhecemos hoje. Somente na América Latina existe um potencial de mercado de US$ 1 trilhão”, revela Guto Ferreira, presidente da ABDI

“É um processo que está começando no Brasil e no mundo, mas é irreversível. Quanto mais acelerarmos o processo, melhor será a qualidade de vida das pessoas e mais eficaz será a administração pública”, explica Guto Ferreira, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

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