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37 ANOS DIVULGANDO INFORMAÇÕES DO SETOR...

O brasileiro mudou o jeito de morar e as Construtoras se adaptam

 

A Danpris Construtora e Incorporadora que investe no plano Minha Casa Minha Vida enxerga um novo modo de construção para o cenário atual. Hoje, as famílias estão cada vez menores, as empregadas não dormem mais em casa e o terraço gourmet se torna cada vez mais desejado, para quem busca um espaço de lazer dentro de casa. Sabendo dessa mudança nos hábitos dos brasileiros as Construtoras estão desenvolvendo novas plantas para os apartamentos. “Lançamos em Osasco, o Terraço Quitaúna, um empreendimento enquadrado no plano Minha Casa Minha Vida, com terraço gourmet e estrutura completa de lazer nas áreas comuns, trazendo o que a família busca para viver em um ambiente harmônico. Como resultado já contabilizamos 65% de unidades vendidas” - explica Dante Seferian, CEO da construtora, sediada em Osasco, na grande São Paulo.

Para levar praticidade e economia de tempo para seus clientes, a construtora pode entregar os apartamentos prontos para morar. “Fizemos uma parceria com a Lugui Móveis - loja de móveis planejados - e uma promoção com as últimas unidades do Portal Vista Allegro e do Quest Campesina, oferecendo a unidade decorada com os móveis da loja. A promoção visa facilitar a aquisição do imóvel, permitindo que os compradores recebam o imóvel mobiliado, sem transtorno. - o morador escolhe como quer mobiliar a unidade - a cozinha, sala, quartos, banheiros - passa para gente, acertamos com a loja de móveis planejados” – conta Dante.

Outra medida que também influenciou o mercado de maneira positiva foi o Índice de Confiança do Consumidor, apurado pela FGV que mostra que desde abril do ano passado, os índices de confiança do mercado começaram a melhorar. “Nosso setor depende basicamente da confiança. Quem não confia no futuro não aluga, não compra e, principalmente, não faz financiamento. Nós oferecemos condições atrativas para o pagamento, com zero de entrada, parcelas pequenas durante a construção”- completa o CEO.

 

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Fórum INFRAROI de concretagem produtiva

Concretagem produtiva requer melhores controles no processo

 

Com a adoção de telemetria e novas tecnologias, especialistas apontam como melhorar o processo de transporte do concreto da usina até o local para seu lançamento na obra.

 

Como tornar o processo de concretagem mais eficiente, que resulte na execução de estruturas que tendam às especificações de seus projetos, a custos competitivos? Para responder a esta pergunta, profissionais de construtoras, de empresas de concretagem e fornecedores de equipamentos e demais insumos para essa cadeia produtiva participaram, em São Paulo, do Fórum InfraROI de Concretagem Produtiva.

Com relatos baseados em suas respectivas experiências profissionais, os especialistas constataram que esse setor ainda tem muito a evoluir. Problemas logísticos para a entrega do concreto (principalmente nos grandes centros urbanos, onde o tráfego intenso e as dificuldades de acesso ao local de concretagem dificultam ainda mais a operação), falhas na programação da concretagem ou na especificação do traço do concreto figuram entre os desencontros mais usuais. Mas não são os únicos.

“Para um negócio que depende fundamentalmente do caminhão betoneira para a entrega de sua produção, o setor precisaria ter um controle rigoroso sobre a produtividade desse equipamento em suas operações, mas não é isso que verificamos na prática”, afirma Carlos José Mussacato, executivo da Intercement, um dos gigantes na produção de materiais para construção, com 40 fábricas de cimento espalhadas por oito países do mundo, além de 130 centrais de concreto e dezenas de unidades para a produção de brita

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DESTAQUE

 

Entrevista empreendedores de sucesso!

 

Engº Sergio Russo e Engº Rangel Lage

 

ARGAMASSA: FATOR ESSENCIAL NA OBRA ESTRUTURAL

 

A argamassa tem funções importantes no sistema, como permitir um apoio uniforme e aderência entre os blocos, função na resistência ao cisalhamento e tração, função de vedação do sistema, absorver pequenas deformações naturais e boa resiliência. Argamassas muito fracas conferem baixa resistência a parede, e argamassas muito fortes tem baixa capacidade de absorver deformações. A resistência da argamassa indicada é de 70% da resistência do bloco.

 

Confira a entrevista completa - Seção Engenheiros

ABDI E INMETRO FECHAM ACORDO PARA CIDADES INTELIGENTES BRASILEIRAS

 

“As cidades brasileiras começam a passar por uma revolução. Não existirão mais as metrópoles do jeito que conhecemos hoje. Somente na América Latina existe um potencial de mercado de US$ 1 trilhão”, revela Guto Ferreira, presidente da ABDI

“É um processo que está começando no Brasil e no mundo, mas é irreversível. Quanto mais acelerarmos o processo, melhor será a qualidade de vida das pessoas e mais eficaz será a administração pública”, explica Guto Ferreira, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

CONSTRUTORES NO MUNDO

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